Rio de Janeiro terá primeiro laboratório brasileiro de cidades inteligentes

Será criado no estado do Rio de Janeiro o primeiro laboratório brasileiro para pesquisas, testes e certificação de tecnologias a serem aplicadas nas chamadas cidades inteligentes (smart cities, em inglês). O projeto será desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que firmaram na última semana um acordo de cooperação técnica no valor inicial de R$ 2,5 milhões.

A partir das competências da ABDI e do Inmetro, serão avaliadas as tecnologias necessárias para integrar os municípios. A proposta é ter, ao final do projeto, documentos para avaliação do gestor público que queira promover a implantação de cidades inteligentes em cenários específicos.

Segundo o presidente da ABDI, Guto Ferreira, o objetivo é criar em laboratório uma minicidade para a execução de testes de tecnologias de cidades inteligentes. “Vamos buscar no mercado, junto às indústrias, as soluções existentes e implantá-las em um ambiente monitorado do Inmetro. A ideia é avaliar quais requisitos técnicos são necessários para determinadas tecnologias voltadas para as smart cities, quais critérios técnicos, arquiteturas, normas, padrões, procedimentos de conformidade e metrológicos devem ser seguidos.”

Na prática, a proposta é oferecer soluções para demandas como a integração da iluminação pública com mobilidade urbana e a prevenção de desastres, por exemplo. Outra atividade possível seria o controle de serviços urbanos, como luz, água, gás, saneamento de forma inteligente e unificada. O desafio é preparar um ambiente que aceite a integração do maior número possível de tecnologias, a partir da identificação do que já está disponível no mercado nacional.

“Com a cooperação teremos condição para a análise e proposição de instrumentos de apoio ao desenvolvimento industrial para cidades inteligentes, formando uma indústria competitiva no Brasil, preparadas para criar soluções de alto valor agregado, preparadas para a exportação”, ressaltou o presidente da ABDI.

O acordo de cooperação técnica para a criação do Ambiente de Demonstração de Tecnologias para Cidades Inteligentes será desenvolvido em um período de dois anos e contará com investimento de R$ 1,5 milhão da ABDI e R$ 1 milhão do Inmetro.

Laboratório

A parceria também inaugurou, na última semana, o laboratório de metrologia aplicada às ciências da vida do Inmetro, que recebeu um investimento aproximado de R$ 5 milhões em equipamentos, com recursos do Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e se tornou referência nacional na área.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações do MDIC

Brasil e Espanha assinam acordos em áreas que envolvem pesquisa e tecnologia

Acordos entre Brasil e Espanham são nas áreas de diplomacia, cooperação econômica-comercial, recursos hídricos, infraestrutura e transportes - Foto: Divulgação/ Internet
Acordos entre Brasil e Espanha são nas áreas de diplomacia, cooperação econômica-comercial, recursos hídricos, infraestrutura e transportes – Foto: Divulgação/Internet

Os governos do Brasil e da Espanha assinaram nesta segunda-feira (24) cinco atos de cooperação em quatro diferentes áreas, que envolvem colaborações em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Elas são: diplomacia, cooperação econômica-comercial, recursos hídricos, infraestrutura e transportes. A assinatura dos acordos ocorreu durante a visita oficial do presidente espanhol, Mariano Rajoy, ao Palácio do Planalto.

Com relação à formação de diplomatas, as duas nações acertaram que haverá intercâmbio de informações e experiências sobre programas de estudo, pesquisa e atividades voltadas ao treinamento. Além disso, será promovido contato entre estudantes, diplomatas, professores, funcionários, especialistas e pesquisadores. O intercâmbio se estende ainda às publicações nacionais e internacionais em áreas de interesse de ambas as nações e às tendências e ferramentas relativas à educação informatizada.

Em infraestrutura e transportes, os ministérios dos Transportes, Portos e Aviação Civil e o de Fomento da Espanha assinaram memorando de entendimento que prevê intercâmbio de experiências e pesquisas, além da assessoria e assistência técnica na preparação de projetos. O acordo determina também cooperação nas áreas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, intercâmbio de especialistas, organização de eventos como reuniões, simpósios, oficinas de trabalho e conferências, e parcerias em programas de cooperação e projetos piloto.

Já a cooperação relacionada a recursos hídricos, assinada entre as pastas da Integração Nacional do Brasil e da Agricultura e Pesca, Alimentação e Ambiente da Espanha, concentra-se em áreas técnicas e tecnológicas e busca promover um elevado nível de proteção ao meio ambiente com base no desenvolvimento sustentável. As ações de cooperação se estenderão à revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, à gestão de secas, à utilização de recursos hídricos não-convencionais, entre outras.

Por fim, para facilitar e desenvolver a cooperação econômica e comercial entre os dois países, os ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) do Brasil e o da Economia, Indústria e Competitividade da Espanha assinaram um acordo com uma série de diretrizes. Entre elas, intercâmbio de informações e experiências; compartilhamento de boas práticas e procedimentos; colaboração em iniciativas e projetos de interesse e benefício mútuo; organização e participação de encontros, seminários, workshops e conferências.

O fluxo de comércio com os espanhóis somou US$ 5,2 bilhões no ano passado. Dona de um investimento que soma quase 7% de seu Produto Interno Bruto (PIB) no país, a Espanha injetou US$ 819,4 milhões na economia brasileira nos primeiros três meses do ano.

Mais iniciativas

Em relação às demais parcerias firmadas entre Brasil e Espanha, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, adiantou que a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) prepara uma chamada pública com o Centro para Desenvolvimento Tecnológico Industrial (CDTI), da Espanha. O objetivo é apoiar projetos inovadores a serem realizados por consórcios que reúnam empresas e instituições de ciência e tecnologia (ICTs) brasileiras e espanholas.

Em março, Finep e CDTI firmaram ainda a decisão de estabelecer fluxos de intercâmbio de pessoal técnico entre suas sedes, no Rio de Janeiro e em Madri, para troca de conhecimento sobre metodologias e práticas de apoio. Outra parceria prevê a colaboração entre as ICTs integrantes do Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologia (Sisnano) e do Imdea Nanociencia, unidade do Instituto Madrilenho de Estudos Avançados (Imdea).

O terceiro convênio destacado pelo ministro inclui a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e concentra-se na formação de recursos humanos, por meio do financiamento de bolsas de estudo. “Esses convênios vão proporcionar investir recursos em questões específicas, que efetivamente devem contribuir para gerar soluções de infraestrutura aos dois países, com modernizações, aperfeiçoamentos e técnicas de produção”, disse Kassab.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações do MCTIC, Portal Planalto, MDIC

Nikon processa ASML e Carl Zeiss por violação da patentes

A japonesa Nikon disse ter aberto processos por infrações da patente nos Países Baixos, Alemanha e Japão contra a ASML e sua fornecedora


Câmera fotográfica Coolpix L315
Nikon: “O processo da Nikon é infundado, desnecessário e cria incertezas para a indústria de semicondutores”, disse o presidente da ASML (Foto/Divulgação)

Frankfurt/Tóquio – A Nikon disse nesta segunda-feira que está iniciando ação legal contra a ASML e a Carl Zeisse, acusando-as de usar sua tecnologia de litografia sem permissão.

Entre as oito maiores fabricantes de equipamentos de chips do mundo, a japonesa Nikon disse ter aberto processos por infrações da patente nos Países Baixos, Alemanha e Japão contra a ASML, que fabrica máquinas de semicondutores litográficos, e a Carl Zeiss, fornecedor óptico da ASML.

“A ASML e a Zeiss usam a tecnologia patenteada pela Nikon nos sistemas litográficos da ASML, que são usados globalmente para fabricar semicondutores, sem a permissão da Nikon, eles estão infringindo a patente da empresa”, declarou a Nikon.

A japonesa disse ainda que isso está causando danos e quer evitar que a ASML e Zeiss vendam sua tecnologia.

A ASML domina o mercado de máquinas semicondutores de litografia, que mapeiam circuitos eletrônicos de silício.

A empresa baseada nos Países Baixos tem 90 por cento do mercado para máquinas de alta tecnologia, de acordo com uma pesquisa publicada em janeiro pela Fitch.

“O processo da Nikon é infundado, desnecessário e cria incertezas para a industria de semicondutores”, disse o presidente da ASML, Peter Wennink.

A empresa tenta negociar uma extensão dos acordos de licenciamento com a Nikon, disse ele.

A ação legal chega após uma mediação nos Estados Unidos não conseguir chegar a um acordo em 2016. E é a mais recente envolvendo as três empresas, desde que a ASML e a Carl Zeiss pagaram 87 milhões de dólares à Nikon em 2004, segundo a Nikon.


Fonte: EXAME.com 

Saída da crise é investir em CT&I, aponta ministro

A importância de garantir recursos para atividades de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) para o país superar a crise foi defendida pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, nesta semana, em São Paulo (SP), durante o Fórum Mitos e Fatos, organizado pela rádio Jovem Pan. O ministro mencionou que os países mais desenvolvidos têm aportes consistentes em inovação, e o Brasil deveria seguir esse exemplo.

“A questão do financiamento é um aspecto muito importante. Não se faz ciência, pesquisa ou inovação se não tiver financiamento público ou privado, e o poder público promover a articulação para que a iniciativa privada possa atuar”, afirmou. “O governo vem buscando isso, por exemplo, com a implementação de parques tecnológicos e o apoio ao empreendedorismo, dando suporte a startups”, completou.

Gilberto Kassab reforçou ainda o compromisso do Brasil em apoiar o desenvolvimento de tecnologias como Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). O MCTIC, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), encomendou um estudo que servirá de base para a construção do Plano Nacional de IoT, que deve ser lançado em setembro. O documento vai nortear ações e políticas públicas para o setor até 2022.

“A Internet das Coisas é a bola da vez, uma grande conquista da tecnologia. E o governo está se preparando para o tema, por meio do Plano Nacional de Internet das Coisas. É um setor com grande vinculação com as pessoas e as cidades”, disse o ministro.

Kassab também destacou o papel do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) para levar banda larga a todo o território nacional. Com o equipamento, que teve um investimento de R$ 2,7 bilhões, cidadãos, unidades de saúde, escolas e instituições de ensino de todo o país vão ter acesso à internet. O ministro ressaltou que o SGDC também vai contribuir para o desenvolvimento econômico brasileiro, por exemplo, ajudando a expandir o agronegócio no interior do país.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações do MCTIC

Empresas de software poderão ter crédito com juros diferenciados

Pela proposta, as linhas de crédito mantidas pelas instituições financeiras federais deverão praticar juros reduzidos para o financiamento de criação ou atualização de software - Foto: Divulgação/Internet
Pela proposta, as linhas de crédito mantidas pelas instituições financeiras federais deverão praticar juros reduzidos para o financiamento de criação ou atualização de software – Foto: Divulgação/Internet

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria incentivos creditícios para as empresas de software. Dessa forma, as linhas de crédito mantidas pelas instituições financeiras federais deverão praticar juros reduzidos para o financiamento de criação ou atualização de software, desde que a empresa beneficiária esteja registrada na junta comercial local há pelo menos um ano.

A proposta prevê redução de dois pontos percentuais ao ano na taxa praticada pela instituição, caso a empresa seja enquadrada como de médio ou grande porte; e redução de três pontos percentuais ao ano em relação à taxa normal, se a empresa for enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte.

O texto também cria o Fundo de Aval, com o objetivo de oferecer garantias complementares nos empréstimos contraídos pelas empresas de software. A gestão do fundo será exercida por um órgão a ser definido pelo Poder Executivo, que possa firmar acordo prévio com as instituições oficiais de crédito, por meio do qual assegurará a estas o pagamento de suas responsabilidades, na hipótese de inadimplência do mutuário.

O fundo será formado com recursos orçamentários da União; a taxa de adesão ao fundo recolhida das empresas; contribuições, doações e recursos de outras origens; e retornos e resultados das aplicações financeiras do fundo.

A proposta também destina ao desenvolvimento de software 20% dos recursos do Fundo Setorial para Tecnologia da Informação (CTInfo), de que trata a Lei da Informática (Lei 10.176/01).

Caso os recursos sejam utilizados para fins diversos do previsto, a empresa beneficiária do empréstimo estará sujeita à cassação do registro comercial; pagamento de multa de 10% até 50% do valor total do empréstimo; devolução do valor contratado, acrescido da taxa de juros contratada. Na hipótese de encerramento da empresa, assumirá a responsabilidade pelo empréstimo contratado e os encargos devidos o seu proprietário ou sócio majoritário.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações da Agência Câmara

Na véspera do Dia da PI, Museu do Amanhã inaugura exposição sobre inovações brasileiras

Museu do Amanhã inaugura "Inovanças - Criações à Brasileira"  dia 25/04
Museu do Amanhã inaugura “Inovanças – Criações à Brasileira” dia 25/04

Na véspera do Dia Mundial da Propriedade Intelectual (26 de abril), este ano com o tema “Inovação – Melhorando Vidas”, o Museu do Amanhã inaugura a exposição temporária “Inovanças – Criações à Brasileira”, um reconhecimento à criatividade nacional.

De forma lúdica, com linguagem audiovisual e interativa, a mostra reúne 39 criações inovadoras pensadas e desenvolvidas por brasileiros que transformaram vidas pelo País e pelo mundo. Vale destacar que, na exposição, há uma parte sobre a questão das patentes e da transferência de tecnologia.

Na noite do dia 24, o presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, compareceu ao pré-lançamento da exposição para autoridades e imprensa, que contou com Ricardo Piquet, diretor geral do Museu do Amanhã; Luiz Alberto de Oliveira, curador; Leonardo Menezes, gerente de exposições; Marcos Cintra, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); e Nilcemar Nogueira, secretária de Cultura do Município do Rio de Janeiro.

Invenções brasileiras

A maioria das invenções, que vão desde “tecnologias sociais” a tecnologias mais complexas, é novidade para o grande público. Algumas estão expostas, como os copos feitos a partir da fécula de mandioca, totalmente biodegradáveis, o tijolo de lixo, fabricado pelo reaproveitamento de detritos, ou a máquina que produz água potável a partir da condensação do ar. Outras são apresentadas pelos seus inventores em pequenos documentários, que inovam não apenas nos laboratórios das grandes universidades, mas também em aldeias indígenas e em favelas.

Personalidades como Santos Dumont, Chiquinha Gonzaga, Nise da Silveira, Joãosinho Trinta, Tia Ciata e Tarsila do Amaral, todos inovadores brasileiros, também são homenageados na exposição, que fica aberta ao público de 25/04 a 22/10/2017. Para mais informações, acesse o portal do Museu do Amanhã.


Fonte: INPI

Crise faz com que entidades apostem em capacitação para prospecção de recursos

Imagem: ABIPTI

A crise econômica que atinge o Brasil fez com que entidades de diversos setores perdessem competitividade. Uma possível solução para este problema é a aposta na inovação, por meio do investimento constante em pesquisa e desenvolvimento. Os recursos para isso, no entanto, estão escassos o que impede muitas companhias de reservar capital para este fim.

Saber onde prospectar recursos, especialmente os de fontes públicas, e desenvolver um projeto para captação são essenciais. Em virtude disso, diversas entidades cada vez mais procuram capacitações neste viés. Exemplo são os gestores da Embrapa, Marinha do Brasil, Fapes e Fibra, que encontraram no curso “Elaboração de Projetos e Captação de Recursos Financeiros em Ciência, Tecnologia e Inovação: da Teoria à Prática”, da ABIPTI, um diferencial para sair na frente e garantir apoio neste momento adverso. Com inscrições abertas para nova turma, o curso no formato proposto é único no país.

Para o capitão de fragata da Marinha do Brasil Pinto Sampaio, que participou das aulas, nos momentos de crise é importante se organizar. “Quando o sistema financeiro voltar a funcionar adequadamente é preciso estar preparado para concorrer por esses apoios financeiros. Quem estiver mais preparado sairá na frente em busca dos recursos das agências de fomento à pesquisa”, disse.

Em 2016, a Marinha do Brasil investiu para capacitar oito servidores civis e 22 militares das nove instituições de ciência e tecnologia (ICTs) vinculadas à força.

Metodologia

Com aulas presenciais e dinâmicas, a capacitação possibilita que empresários, empreendedores, analistas, pesquisadores e gestores de políticas públicas saibam como elaborar e gerir projetos direcionados para as principais agências de fomento e instituições de apoio financeiro à ciência, tecnologia e inovação como Finep, CNPq e BNDES.

O novo treinamento acontecerá no período de dia 02 a 05 de maio, em Brasília (DF). As aulas são ministradas pelo instrutor Felix Andrade da Silva, economista e especialista em inovação tecnológica. A Embrapa também foi em busca de capacitação e já vislumbra bons resultados. De acordo com Isabela Barbirato, chefe adjunta de Transferência de Tecnologia (CHTT) da Embrapa, o curso foi um norteador para trabalhos futuros. Ela destacou o conteúdo teórico e a prática exercida ao longo do treinamento como diferenciais. “É um excelente curso. Além do conhecimento sobre todo o processo que envolve a submissão de projetos, ele foi enriquecedor por proporcionar um exercício prático, o qual serviu de modelo para futuros projetos da minha equipe de trabalho”, disse.

O diretor de tecnologia e inovação da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) , Graciomario de Queiroz, compartilha da opinião. “O curso é muito bom e objetivo, como o instrutor já possui uma rica experiência na área, ele fala com muita propriedade. Com as aulas, nossa equipe certamente terá condições de muito em breve apresentar projetos de boa qualidade”, prevê o diretor.

As principais dificuldades na hora de desenvolver o projeto variam desde a pouca leitura de um edital até a falta de lógica na hora de estruturar uma proposta. De acordo com o instrutor do curso, Félix Silva, a metodologia foi construída para atender exatamente os requisitos dispostos nas chamadas públicas.

“Muita gente usa uma colcha de retalhos, copia a informação e aquilo fica muito evidente na hora de elaborar um projeto. As agências hoje estão muito mais criteriosas na hora da avaliação das propostas, não só no mérito, mas também no formato”, afirma o instrutor da ABIPTI.

Motivação

José Antonio Bof Buffon, diretor presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES), também já participou do curso e recomenda. Segundo ele, o treinamento serviu de motivação para as organizações e parceiros da entidade ao mostrar que muitas vezes os recursos disponibilizados pelos editais ou chamadas estão a apenas um passo deles, basta que se faça um projeto adequado. Clique aqui e veja o vídeo de Bufon.

A carga horária total é de 32 horas, sendo 20 horas de aulas teóricas e 12 horas de oficina. As turmas terão o máximo de 30 pessoas, sendo disponibilizado aos alunos apostila e mídia eletrônica com todo o conteúdo do curso, incluindo literatura, documentos e manuais de referência e vídeos ilustrativos. Ao final serão emitidos certificados aos participantes.

O investimento individual para associados da ABIPTI é de R$ 600,00 e para grupos de associados de uma mesma instituição é de: dois a quatro participantes, R$ 540,00 por pessoa; e cinco ou mais pessoas, R$ 510,00 cada uma.

Também possuem descontos especiais os associados à Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC).

Para não associados, o investimento individual é de R$900,00 e para grupos de não associados de uma mesma instituição é de:duas a quatro pessoas, R$ 810,00 cada uma; e cinco ou mais pessoas, R$ 765,00 por pessoa.

As atividades do curso relacionadas à “oficina” requerem a utilização de um notebook por equipe.

Mais informações e cronograma completo no site da Abipti.

Para realizar sua inscrição, clique aqui.


Fonte: Agência ABIPTI