ICTs têm até o fim de março para preencherem formulário sobre política de PI

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), atendendo a Lei de Inovação (Lei 10.973/2004), disponibilizou o Formulário para Informações sobre a Política de Propriedade Intelectual (PI) das Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação do Brasil (Formict), na página www.mct.gov.br/formict. As Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) deverão encaminhar, até 31 de março, as informações relativas ao exercício de 2016.

Embora não exista obrigatoriedade na lei para que as ICTs privadas não beneficiadas pelo poder público apresentem informações, o cadastro voluntário por estas instituições integrará a base de dados do ministério e fará parte do relatório anual. Já de acordo com as alterações introduzidas pela Lei nº 13.243/2016 na Lei de Inovação, as ICTs públicas e privadas beneficiadas pelo poder público deverão prestar as informações.

Para fins da Lei de Inovação, ICT é o órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta, ou pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos legalmente constituído sob as leis brasileiras, com sede e foro no país, que incluam em sua missão institucional ou em seu objetivo social ou estatutário a pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico ou o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos.

As dúvidas poderão ser sanadas pelos telefones (61) 2033-7809 / 8587 ou pelo endereço eletrônico formict@mctic.gov.br .


Fonte: Agência ABIPTI com informações do MCTIC

Comissão realizará audiência sobre inovação tecnológica na indústria da saúde

A Comissão Especial de Inovação Tecnológica da Saúde – colegiado da Câmara dos Deputados – promoverá nesta quarta-feira (29) uma audiência pública para estudar o processo de inovação e incorporação tecnológica no complexo produtivo da saúde, no Brasil e no mundo. O evento ocorrerá no plenário 3, a partir das 14h30.

A audiência foi proposta pelo deputado Hiran Gonçalves (PP-MA). Segundo ele, “a indústria brasileira responde por mais da metade do mercado interno total de insumos e equipamentos para uso médico, porém uma parcela relevante do mercado ainda depende de importações”.

Para o deputado, tal dependência está relacionada ao nível de complexidade tecnológica nacional, ainda insuficiente, o que denota uma necessidade de investimentos e incentivos. “Esta audiência pública tem como objetivos: conceituar o Complexo Industrial da Saúde, apresentar a realidade brasileira e propor mudanças que beneficiem o acesso às novas tecnologias e aumentem a participação da indústria brasileira neste mercado”, destacou.

Foram convidados um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; o coordenador de Ações de Prospecção da Fundação Instituto Osvaldo Cruz (Fiocruz), Carlos Algusto Gadelha; a professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Ana Luiza d’Ávila Viana; e o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), Franco Pallamolla.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações da Agência Câmara

ABIPTI e Tecpar definem programação de workshop

inscrO workshop “A atuação sustentável dos institutos de pesquisa face aos novos modelos de desenvolvimento tecnológico e inovação” já está com sua programação definida, disponível aqui. O evento, que conta com a presença de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do governo paranaense, e da comunidade científica e tecnológica nacional, será realizado em 5 de abril, na sede do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), em Curitiba (PR).

A Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI) e o Tecpar realizam o workshop. O objetivo é fazer uma avaliação crítica e apontar caminhos para a atuação dos institutos tecnológicos, sobretudo os públicos, em um cenário caracterizado pela escassez de recursos e de novas formas da pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), parcerias estratégicas, startups, indústria 4.0, inovação aberta, entre outros.

No workshop haverá uma palestra magna sobre as novas formas de organização da PD&I. A programação conta ainda com três mesas de debates, que abordarão os recentes modelos de atuação dos institutos tecnológicos face aos desafios; o modelo de financiamento à PD&I; e os avanços e retrocessos do Marco Legal da Inovação. O presidente da ABIPTI e diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Félix, fará a palestra de encerramento.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui. Mais informações nos telefones da ABIPTI (61) 3348-3109 e (61) 3348-3127 ou do Tecpar (41) 3316-3142.


Fonte: Agência ABIPTI

Futuros smartwatches da Samsung podem ter tela ao redor do corpo do relógio

Samsung teve aprovado recentemente no órgão regulador dos Estados Unidos um registro de patente que significaria um avanço considerável no design dos relógios inteligentes.

De acordo com a mais recente publicação no United States Patent & Trademark Office, a fabricante sul-coreana agora pode vender smartwatches com uma segunda tela. Esse display adicional seria posicionado ao redor do corpo do relógio, no aro, contornando o painel principal do aparelho.

Segundo as imagens registradas, ele seria usado para exibir informações gerais do dia, como a previsão do tempo e a data — mais ou menos como as bordas laterais de um smartphone Edge da própria Samsung. A ideia parece ser permitir que você tenha acesso a determinados conteúdos enquanto olha para o acessório por um ângulo lateral.

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A tela seria pequena e bastante curva, servindo de aro para o corpo do relógio

A descrição da patente é bem mais técnica do que visual, e sugere como os chips e circuitos podem ser configurados para que a tela funcione. Como a tecnologia de desenvolvimento de displays curvos desse tamanho ainda está se encaminhando, é possível que algo do tipo demore a ver a luz do dia.

Vale lembrar que o registro de uma propriedade intelectual não significa necessariamente que a tecnologia ou o visual serão usados em um produto comercial, mas sim que a detentora é a dona dos direitos. De qualquer forma, o que você acha de ver um recurso assim em um futuro lançamento da linha Gear?


Fonte(s): PATENTLY MOBILE/USP&TO  e TECMUNDO / Por:  

Apple vence processo que acusava marca de copiar fabricante chinesa

Você já viu por aí várias fabricantes chinesas de smartphone com design e funções de smartphones parecidos até demais com o iPhone, certo? Só que uma empresa na China virou o jogo em 2016 e acusou a Apple de cópia, inclusive levando o caso para o tribunal.

No processo, a Shenzhen Baili Marketing Services alega que a Apple infringiu patentes do smartphone 100c — e começou ganhando. Em primeira instância, uma corte local baniu o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus de serem vendidos em território chinês até que a situação estivesse resolvida.

As vendas dos dois iPhones continuaram por conta de uma apelação da Apple, mas a imagem da marca ainda estava manchada. Em um segundo julgamento feito na última semana, a Justiça local finalmente deu o parecer a favor da companhia norte-americana, confirmando que não há qualquer indício de cópia por parte da Maçã. No veredito, consta que consumidores “não tinham problemas em diferenciar o iPhone do 100c”.

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O Baili 100c. Você acha parecido com o Iphone 6?

Só mais dor de cabeça

O problema disso tudo? Não havia qualquer prova efetiva de cópia e a decisão partiu logo de um órgão local de propriedades intelectuais, o Beijing Intellectual Property Office. A Apple já encontrava dificuldades de se inserir no mercado chinês — além da competição local roubar boa parte do mercado, ela até teve os serviços de filmes e livros suspensos no país durante o ano passado.

A Shenzhen Baili é tida como uma fabricante praticamente em extinção na China

Pertencente ao conglomerado Digione, a Shenzhen Baili é tida como uma fabricante praticamente em extinção na China. Mesmo após ter recebido um investimento da gigante Baidu, ela não conseguiu se manter no mercado nos últimos dois anos por “produtos defeituosos, falta de gerenciamento e a concorrência acirrada”, segundo o The Wall Street Journal.


Fonte(s): MACRUMORS/TIM HARDWICK / TECMUNDO

Imagen(s): TECHCRUNCH

Por:  

ABIPTI realiza 12ª edição do curso de elaboração e gestão de projetos

Imagem: Agência ABIPTI

Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do Curso “Elaboração de projetos e captação de recursos financeiros em ciência, tecnologia e inovação: da teoria à prática” da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa e Tecnologia e Inovação (ABIPTI).

O curso no formato proposto é único no país. Com aulas presenciais e dinâmicas, mesclando teoria e prática e trabalhos em equipe, a capacitação possibilita que empresários, empreendedores, analistas, pesquisadores e gestores de políticas públicas saibam como elaborar e gerir projetos direcionados para as principais agências de fomento e instituições de apoio financeiro à ciência, tecnologia e inovação como Finep, CNPq e BNDES.

O treinamento acontecerá no período de dia 02 a 05 de maio, em Brasília (DF). As aulas são ministradas pelo instrutor Felix Andrade da Silva, economista e especialista em inovação tecnológica. Segundo ele, um dos diferenciais do curso é a oficina oferecida durante as aulas. “O nosso objetivo é permitir que os alunos já coloquem em prática os ensinamentos e conceitos obtidos durante o curso na idealização de uma proposta de projeto, inclusive com a possibilidade de utilizar bases de algum edital vigente ou que estar por vir”, explica Felix.

O curso é estratégico para ICTs públicas e privadas, bem como para empresas que precisam captar recursos financeiros para desenvolver e implementar projetos de pesquisa ou de inovação. “É preciso que essa competência se torne uma atividade rotineira dentro das instituições”, explica o instrutor. Além disso, a capacitação serve para atualizar os alunos em relação ao cenário de ciência, tecnologia e inovação no Brasil, incluindo o Marco Legal da CT&I e as principais políticas públicas de apoio ao setor, conhecimento esse indispensável para quem lida com projetos dessa natureza.

A carga horária total é de 32 horas, sendo 20 horas de aulas teóricas e 12 horas de oficina. As turmas terão o máximo de 30 pessoas, sendo disponibilizado aos alunos apostila e mídia eletrônica com todo o conteúdo do curso, incluindo literatura, documentos e manuais de referência e vídeos ilustrativos. Ao final serão emitidos certificados aos participantes.

O investimento individual para associados da ABIPTI é de R$ 600,00 e para grupos de associados de uma mesma instituição é de: dois a quatro participantes, R$ 540,00 por pessoa; e cinco ou mais pessoas, R$ 510,00 cada uma.

Para não associados, o investimento individual é de R$900,00 e para grupos de não associados de uma mesma instituição é de:duas a quatro pessoas, R$ 810,00 cada uma; e cinco ou mais pessoas, R$ 765,00 por pessoa.

As atividades do curso relacionadas à “oficina” requerem a utilização de um notebook por equipe.

Mais informações e cronograma completo no site da Abipti.

Para realizar sua inscrição, clique aqui.


Fonte: Agência ABIPTI

Universidade abre editais para Programa de Iniciação Científica

A Universidade de Brasília (UnB) divulgou quatro editais do Programa de Iniciação Científica (ProIC) 2017-2018, destinados a estudantes de graduação e do ensino médio interessados em vivenciar o ambiente de pesquisa. As áreas de atuação incluem Exatas e Tecnologia, Artes e Humanidades, Saúde e Vida, oferecendo oportunidades para as diversas vocações profissionais dos universitários. As inscrições para as chamadas públicas devem ser feitas entre 25 de março e 25 de abril.

Os editais são: do Programa de Iniciação Científica (Pibic); do Programa de Iniciação Científica em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti); do Programa de Iniciação Científica do Ensino Médio (Pibic-EM); e do Programa de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (Pibic-AF), esse último voltado a alunos beneficiários de políticas de inclusão social.

Alunos regularmente matriculados em disciplinas de curso de graduação de qualquer instituição de ensino superior do Distrito Federal podem participar do ProIC, desde que atendam todas as exigências previstas em edital. Entre os requisitos estão: ser selecionado e indicado pelo orientador para o projeto de pesquisa em questão; apresentar Índice de Rendimento Acadêmico (IRA) igual ou superior a três; ter currículo na Plataforma Lattes.

O universitário interessado na iniciação científica pode obter informações sobre os projetos em andamento e a previsão de novas propostas com os professores ou coordenadores de cursos de graduação ou pós-graduação de cada departamento. Outra possibilidade é que o aluno apresente sua proposta de pesquisa a um docente interessado em orientar e submeter o projeto aos editais do ProIC.

As inscrições de projetos de pesquisa são feitas exclusivamente por docentes pelo sistema Sibol Web, conforme datas e orientações previstas em cada edital. Uma novidade do Pibic 2017/2018 é que o período de inscrição varia de acordo com a área de conhecimento, particularidade que não acontece para Pibiti e Pibic-AF. Outra inovação é que, com exceção do processo para ensino médio, todos os editais passam a ter as inscrições feitas pela internet – facilidade que antes só se aplicava ao Pibic.

Os projetos aprovados têm duração de 12 meses, com início em agosto e término em julho do ano seguinte. Ao final, os estudantes participam do Congresso de Iniciação Científica da UnB, quando apresentam os resultados finais da pesquisa. Para incentivar novos pesquisadores, 20% das bolsas do ProIC são destinadas a docentes recém-doutores (titulados a partir de 2014) ou docentes mestres.

Para mais informações, acesse os editais completos aqui.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações da UnB