Serviço gratuito que apoia empreendedores tem mais de 100 mil cadastrados e 1,4 milhão de acessos

SBRT oferece informações tecnológicas para melhorar a qualidade dos produtos e estimular novos negócios - Foto: Portal Brasil
SBRT oferece informações tecnológicas para melhorar a qualidade dos produtos e estimular novos negócios – Foto: Portal Brasil

Com uma década e meia de vida, o Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) se consolidou como uma importante ferramenta para o empreendedor. A iniciativa, que conta com 100 mil clientes cadastrados, tem a missão de auxiliar na melhoria dos produtos, no incentivo de novos negócios e ideias, na disseminação do conhecimento  e na simplificação ao acesso de informações tecnológicas.

Na avaliação do diretor de Políticas e Programas de Apoio à Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Jorge Campagnolo, o SBRT é uma das políticas mais efetivas do Brasil no setor de transferência de conhecimentos tecnológicos para empresários.  “O serviço é de suma importância para o empreendedorismo do país. Precisávamos de um projeto que ajudasse os empreendedores e trouxesse inovações na área de tecnologia”, disse.

Desde que foi criado, há 15 anos, a ferramenta soma mais de 1,4 milhão de acessos aos 21 mil conteúdos acessíveis. O SBRT foi projetado pelo MCTIC e tem colaboração Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e tem o suporte do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI).

A ferramenta ainda conta com instituições científicas e tecnológicas (ICTs) do, que cedem dados para impulsionar o empreendedorismo:Universidade de Brasília (UnB), Agência da Universidade de São Paulo (USP) de Inovação, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai – RS e AM), Instituto de Tecnologia do Paraná, Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais, Instituto Evaldo Lodi da Bahia, Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro e Universidade do Estado de São Paulo (Unesp).

No ano passado, o microempresário Luciney Timóteo, que tem negócios no ramo dos Cosméticos em Belo Horizonte (MG), usou os serviços do SBRT para sua companhia, iniciada em 2002. Após seguir as diretrizes aconselhadas pela iniciativa, a produção ficou mais eficaz e ordenada “O novo projeto arquitetônico da empresa está dentro das especificações da Anvisa, abrangendo desde as construções prediais até os maquinários utilizados na produção, graças às informações do serviço”, explicou.

Quem também utilizou o SBRT foi a empresária Maíra Welerson, que comanda uma companhia do setor alimentício, em Curitiba (PR). “Há muitos anos, conheci o SBRT por meio do Sebrae, quando fui tirar dúvidas sobre a nova empresa que desejava abrir – uma fábrica de frutas e raízes desidratadas. Desde então, o SBRT me auxilia na formulação dos primeiros produtos, na melhoria dos mesmos e na criação de várias outras ideias que vão surgindo”, revelou.

Maíra utilizou pela última o SBRT em agosto de 2016 para ter mais conhecimento na produção de batata doce chips e palha. “No caso específico da batata chips, eu já tinha lançado no mercado, mas estava aquém da qualidade desejada. As informações obtidas pelo SBRT permitiram que meu produto se tornasse uma referência na região. A batata que produzo é crocante e saborosa”, explicou.

De acordo com o diretor do MCTIC Jorge Campagnolo, o principal obstáculo a ser superado é a ampliação do acesso ao serviço. “Temos que aumentar a capilaridade do SBRT. Quem precisa do sistema é a grande massa empreendedora do país. Para isso, é importante aumentar as parcerias”, concluiu.

Histórico

No início do SBRT,  Campagnolo revelou que o desafio central era agrupar diversas entidades, com expertises distintas, e criar um método que pudesse responder às solicitações.”Conseguimos fazer com que as informações que antes estavam trancadas nas universidades e nos centros de pesquisa chegassem ao micro e pequeno empresário. Padronizar as respostas foi desafiador, mas hoje colhemos os resultados”, revelou.


Fonte: Agência ABIPTI, com informações do MCTIC

Google é condenado a pagar mais de US$ 20 milhões em multa por violar patentes no Chrome

Um tribunal distrital do Texas ordenou que o Google pague US$ 20 milhões (equivalente a mais de R$ 60 milhões) por infringir quatro patentes ao implementar recursos anti-malware no Chrome. O veredito foi entregue na sexta-feira após um julgamento com júri.

A decisão vem em consequência de uma queixa arquivada pelos engenheiros Alfonso Cioffi e Allen Rozman, que data de 2013. Em 2014, um juiz da corte distrital dos EUA rejeitou o caso e determinou que a acusação não se sustentaria diante de um júri.

Cioffi e a família de Rozman, que faleceu, posteriormente apelaram da decisão em um Tribunal Federal, que eventualmente considerou a interpretação anterior como errônea.

Embora o Google tenha apelado contra a decisão para o Supremo Tribunal dos EUA, o caso foi finalmente recusado. Em última análise, a patente poderia render US$ 60 milhões para a família do criador falecido. O Google disse que mantém sua posição de que as patentes são inválidas.

Esta não é a primeira vez que o Google encontrou dificuldades legais em relação a patentes violadas no Chrome. Em 2012, a empresa teve problemas dessa mesma natureza, quando patentes teriam sido infringidas no seu navegador para celular.


Fonte: tudocelular.com

OMPI e INPI realizam curso de marcas para escritórios de PI da África

Representantes de países lusófonos concluem o curso
Representantes de países lusófonos concluem o curso

Foi realizado, de 13  a 17 de fevereiro, na sede do INPI no Rio de Janeiro, o curso “Formação regional sobre exame de marcas para examinadores de países africanos de língua oficial portuguesa”, promovido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em parceria com o Instituto. No encerramento do curso, o diretor de Marcas, André Balloussier, entregou os certificados para os participantes, no evento PI em Questão, que teve como tema “As estratégias de gestão de marcas segundo as pequenas empresas“.

A capacitação durou uma semana e tratou do funcionamento de um escritório nacional de PI e o papel do examinador no processo de exame de marcas, além de apresentar o sistema de marcas no Brasil e os critérios de registrabilidade. Também houve visita às áreas técnicas do INPI e a participação de empresas brasileiras com casos práticos.

Na abertura do curso, estiveram presentes o presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, e André Balloussier, além de Liliana Mendes, do escritório da OMPI no Brasil. Eles deram as boas-vindas aos examinadores dos escritórios de propriedade industrial de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Participaram do evento: Dikson Saraiva, Leandro Manuel e Joyce Simão, por Angola; Sonia Duarte e Natalino Andrade, por Cabo Verde; Carlos Mendes e Inácio da Silva, por Guiné-Bissau; Florinda Correira, Virla Barros e Vitória Guambe, por Moçambique; e Domingos Trindade e Máurean Barroso, por São Tomé e Príncipe.


Fonte: INPI

Gestão de marcas em pequenas empresas é tema do PI em Questão

Evento recebeu examinadores de marcas de países lusófonos
Evento recebeu examinadores de marcas de países lusófonos 

A Academia do INPI realizou, na manhã do dia 17 de fevereiro, mais uma edição do PI em Questão, com o tema “As estratégias de gestão de marcas segundo as pequenas empresas”. Os empreendedores convidados mostraram os esforços que vêm realizando não só para registrar, como para consolidar suas marcas e torná-las referência nos mercados em que atuam.

O empresário Sergio Bloch, da Abbas Edições, relatou seu trabalho sobre a comida de rua na cidade do Rio de Janeiro. O que começou como projeto de um curta-metragem resultou em um livro, na feira “Gastronomia de Rua”, no aplicativo “Chef Ambulante” e a série audiovisual “Na boca do povo”.

Cada um dos projetos de Bloch tem marca registrada ou com pedido em andamento no INPI, com apoio do programa Sebraetec, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).  A analista da Gerência de Soluções e Inovação da instituição, Elizabeth Quimas de Oliveira, explicou que o objetivo é oferecer acesso subsidiado a serviços tecnológicos e de inovação para as pequenas e microempresas. No ano de 2016, o Sebrae realizou 727 consultorias para pedido de registro de marca.

Ao longo do evento, empreendedores de micro cervejarias do Rio de Janeiro contaram estratégias para movimentar suas marcas. Bernardo Couto, sócio da cervejaria 2 Cabeças, revelou que aposta na venda para consumo local e em parcerias para desenvolver produtos com novas receitas.

A W*Kattz, segundo o diretor Luiz Gonzaga Vasconcellos Winter, vai além: explora a marca em produtos associados à cerveja, como camisa, boné, bolsas térmicas e copos. A ideia é que o consumidor possa se expressar através da marca.

Já a Buda Beer amplia constantemente o portfólio com novos sabores de cerveja, o que confere uma identidade criativa à marca e uma maior exposição dos produtos nas gôndolas. A marca é trabalhada ainda em feiras, redes sociais e no pub criado pela empresa em Petrópolis, onde é feito um tour pela fábrica. Como explicou o dono da cervejaria, Rolf D’Ottenfels, a proposta é criar momentos de alegria – outra característica que a Buda Beer quer associar à marca.

Os casos de sucesso apresentados no PI em Questão ilustram o que defendeu a examinadora de marcas do INPI Vera Lucia Pinheiro: para se construir uma marca forte é preciso desenvolver bons produtos, além de estratégias de marketing e de branding.

Este ano, o PI em Questão fez parte do curso “Formação regional sobre exame de marcas para examinadores de países africanos de língua oficial portuguesa”, promovido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), em parceria com o INPI, entre dias 13 e 17 de fevereiro, no Rio de Janeiro.


Fonte: INPI

Treta! BlackBerry processa a Nokia por uso ilegal de 11 patentes

A BlackBerry apresentou uma ação por violação de patentes contra a Nokia. O documento, segundo informa a Bloomberg, exige royalties sobre os produtos da rede de telefonia móvel da empresa finlandesa que usam um padrão tecnológico específico do setor.

Os produtos da Nokia, incluindo suas estações base Flexi Multiradio, controladores de rede de rádio e software de Rádio Líquido, estão usando tecnologia coberta por até 11 patentes, disse o BlackBerry em uma queixa apresentada na terça-feira (14/02) em um tribunal federal no estado norte-americano de Delaware.

Os produtos e serviços da rede móvel são fornecidos a empresas como a T-Mobile US Inc. ea AT & T Inc. para suas redes LTE, disse o BlackBerry na denúncia. “A Nokia tem persistido em incentivar o uso dos produtos compatíveis com o padrão sem uma licença”, diz o documento.

CEO John Chen está trabalhando para encontrar novas maneiras de tirar a receita da tecnologia do BlackBerry, já que as vendas dos smartphones da marca são cada dia menores. Estima-se, inclusive, que a presença de mercado da marca canadense seja menor que do Windows Phone.

A Nokia estaria agindo de má-fé porque as tecnologias citadas pela BlackBerry, alega a firma canadense, teriam se tornado públicas após pedidos de registro de patente. Desta forma, ficariam as tecnologias ficaram mais fáceis de serem copiadas.

Além de tecnologias desenvolvidas pela BlackBerry, a companhia finlandesa também estaria usando criações da Nortel. A BlackBerry fazia parte de um grupo chamado Rockstar Consortium, que comprou as patentes da Nortel pela falência em 2011. As patentes foram divididas entre os membros do grupo, que incluiu a Apple e a Microsoft

As duas empresas devem apresentar novidades na área de telefonia móvel durante a MWC 2017, feira agendada para os últimos dias de fevereiro em Barcelona. A BlackBerry enviou até convites para o lançamento do Mercury.


Fonte: tudocelular.com

Apple registra patente de leitor de digitais que funciona na tela inteira

Apple garantiu no dia 14 uma patente que pode trazer novidades interessantes para um futuro iPhone. Trata-se de um “display interativo com diodos infravermelhos”, sendo que “cada circuito de subpixels inclui uma placa que opera uma LED correspondente em modo de emissão de luz” — em outras palavras, uma camada da tela sensível ao toque que emite luz e reconhece as impressões digitais via toque do usuário em qualquer ponto de sua superfície.

Assim, todo o display do iPhone se torna um leitor de digitais, independente do local em que você posicione o dedo. Caso o registro de fato se torne realidade, o sensor biométrico Touch ID presente somente no espaço do botão Home estaria com os dias contados ou se tornaria apenas uma entre as várias possibilidades de desbloqueio de tela e substituto das senhas. Ele existe desde 2013 e rumores apontam já há algumas gerações que a Apple vai tentar eliminar o botão Home assim que puder.

O sensor pode ser personalizado até para realizar tarefas que vão além da biometria, como responder ao toque realizando certas ações — de ser um sensor de luz ambiente até detectar proximidade de objetos, como no momento em que você faz ligações telefônicas e aproxima o rosto do smartphone.

Ele verá a luz do dia?

Originalmente, a patente era da pequena empresa LuxVue, que foi adquirida pela Apple há pouco tempo. É claro que registros em órgãos como o US Patent and Trade Office não significam que o produto chegará em breve às lojas — pode ser apenas uma garantia de patente da Apple ou uma ideia que ainda está em fase embrionária de desenvolvimento. Porém, também pode significar uma tecnologia já avançada e que só aguardava regularização.

Os novos iPhones (tanto a geração 7s quanto a suposta edição comemorativa de luxo dos 10 anos do aparelho) devem ser apresentados em setembro deste ano.

Imagen(s): USPTO

Embrapii prevê aumento de R$ 160 milhões para fomentar projetos de inovação em 2017

Crescimento de 9%. Isto é o que projeta a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) em relação ao fomento de projetos de inovação para este ano. A ampliação de investimento representa uma quantia em torno de R$ 160 milhões.

De acordo com empresa estatal, a previsão de crescimento se dá em virtude do interesse das companhias, que vislumbram no modelo de negócios da entidade uma possibilidade para ampliar a competitividade dos seus negócios.

Hoje, a Embrapii possui Edital aberto para credenciar novas unidades. O resultado desse certame será divulgado em março. A empresa acredita que até cinco novas instituições de tecnologia farão parte do time da estatal, alcançando a marca de 33 entidades.

“Uma das prioridades dos novos projetos neste ano será a Indústria Química, que de acordo com as políticas públicas de ciência e tecnologia está carente de demandas”, afirma o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães. Ele acrescenta que os setores de Defesa e Saúde também deverão ser contemplados na nova Chamada. “A produção farmacêutica também está em nossos planos. Esperamos credenciar ao menos uma Unidade nesse segmento”, declarou.

Além do crescimento dos investimentos, a Embrapii também comemorou o grau de confiança das companhias em cofinanciar os projetos de inovação Embrapii. No ano passado, a contrapartida repassada pelas empresas foi superior a dos outros integrantes, chegando a 45% do montante total.

“Esse dado mostra que as empresas estão observando a Embrapii como uma parceira em seus negócios. Acreditamos que essa situação irá se repetir este ano, se não for maior”, acredita Jorge Guimarães.

Investimentos

No anos passado, o setor Eletroetrônico/Informática foi o que mais financiou projetos Embrapii (25,7%), seguidos pela Metalurgia (16,7%) e Metalurgia (11,5%).


Fonte: Agência ABIPTI, com informações da Embrapii e Confap