NOVOS AMBIENTES DE PESQUISA E PROJETOS.

Na terça-feira (20 de setembro), foi realizado na UFES o primeiro evento do ciclo de palestras e encontros sobre Living Labs em Vitória, Espírito Santo.

Com o tema “Novos ambientes de pesquisa e projeto”, o evento reuniu professores, alunos, empresas e pesquisadores interessados em inovação, e permitiu apresentar a definição dos Living Labs e a forma como são realizados os trabalhos dentro desta estrutura em rede.

O presidente da Fapes (Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo), Anilton Salles, definiu Living Lab como um ecossistema de inovação estimulada pelo usuário final e dependente de um processo de co-criação entre todos os agentes: universidade, empresa, governo e comunidade.

 “Living Lab se faz com pessoas, conhecimento e colaboração”. (Anilton Salles) 

Anilton aproveitou para anunciar a construção de um edital para projetos de inovação aberta, elaborado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e fundações de amparo à pesquisa.

O Núcleo de Cidadania Digital (NCD), um dos Living Labs presentes na UFES, foi apresentado por seu Diretor-gestor, Héglio Ráines, que iniciou sua apresentação esclarecendo o propósito do núcleo: incluir sócio-digitalmente.

 “Incluir sócio-digitalmente não é simplesmente ensinar a usar o computador. Nosso trabalho é voltado para a comunidade e parte das demandas da população”. (Héglio Ráines)

O NCD tem mais de 8 mil usuários cadastrados e forma cerca de 40 pessoas por mês nos cursos que oferece.

O outro Living Lab apresentado foi o Habitat. A professora Miriam Pinto definiu a estrutura de trabalho como uma espécie de teia que envolve múltiplos atores.

 “Cooperação. Esta é a palavra-chave quando falamos de Living Labs”. (Miriam Pinto)

A apresentação do Living Lab Habitat foi complementada pela presença de representantes da comunidade de usuários envolvida – os líderes comunitários Valmir Dantas e Cosme Santos – e a representante da Associação Ateliê de Ideias, Denise Biscotto. Juntos, eles falaram sobre alguns dos projetos ligados à “teia” do Habitat, como o Banco Bem, Projeto Ecos do Bem, Fórum Bem Maior, etc.

O Instituto de Inovação Tecnológica (INIT) também esteve presente. Alberto Fernandes, diretor, apresentou o trabalho de assessoria jurídica e proteção da propriedade intelectual desenvolvido pelo instituto e alegou a importância destes serviços em ambientes de inovação.

Ao final da manhã, Anilton Salles reforçou o convite para o evento internacional de Living Labs em Vitória nos dias 03 e 04 de novembro. Algumas presenças já foram confirmadas, dentre elas estão: os dez (10) Living Labs brasileiros, os presidentes da Finep e do Cnpq, e representantes do BID, BNDES e MCTI.

Fonte:www.habitat.ufes.br

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