INIT PROMOVE CICLO DE VISITAS A DIRETORES DE CENTROS DA UFES

O Instituto de Inovação Tecnológica da Ufes (Init) está promovendo um ciclo de visitas a todos os centros da Universidade. O objetivo é apresentar o trabalho do Init e esclarecer dúvidas dos gestores sobre como proteger as pesquisas e invenções de professores, servidores e alunos da Universidade.

Nesta terça-feira (21) a reunião será com o diretor do Centro de Artes (CAr), Paulo Sérgio Vargas. Já houve encontros com os diretores do Centro de Ciências Humanas e Naturais (CCHN), Renato Rodrigues Neto; do Centro de Ciências Agrárias (CCA), Julião Soares Lima e do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes), Marcelo Suzart.

“Vamos conversar com todos os diretores. Estamos esclarecendo dúvidas e solicitando espaço na reunião de conselho departamental para apresentarmos o Init. Há muitos professores que não conhecem o instituto e que não sabem como está mais fácil proteger as pesquisas que realizam na Universidade”, explica o diretor do Init, Antonio Alberto Fernandes.

Bens intelectuais

Com a Lei da Inovação (nº 10.974/04), as instituições científicas e tecnológicas do País tiveram que constituir núcleos de inovação tecnológica, com a finalidade de gerir sua política de inovação. O Init foi criado na Ufes em 2008 com a missão de proteger os bens intelectuais da comunidade acadêmica, além de regular a participação dos autores da criação nos ganhos financeiros decorrentes da exploração econômica da propriedade intelectual associada.

O Instituto é, ainda, promotor da cultura da inovação, integrando sociedade, empresas e universidade. Para isso, estabelece mecanismos de cooperação, como convênios, licenciamento e transferência de tecnologia com outras Universidades, centros de pesquisa e instituições públicas e privadas.

“Desde então, temos aperfeiçoado os mecanismos para proteção da produção intelectual na Universidade, facilitando os processos de proteção, diminuindo a burocracia, orientando os pesquisadores, dialogando com as empresas”, comenta Fernandes. Um dos reflexos deste trabalho são os processos de patente – título de propriedade temporário sobre uma invenção concedido pelo estado – que experimentaram grande avanço.

Agilidade

Até 2010, a Ufes possuía apenas uma patente depositada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), órgão responsável por analisar e conceder as patentes no Brasil. Atualmente, 14 invenções da Universidade tiveram suas patentes solicitadas e já estão protegidas pela lei brasileira. Parte deste grande salto é explicada pela facilitação do processo de solicitação de patentes, na Ufes. “Antes era difícil e os professores reclamavam”, lembra Fernandes. Com a contratação, por meio do Init, de uma empresa especializada para escrever as patentes, o processo acabou ficando mais ágil, fácil e com baixo custo.

Fonte:  Ufes

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