PELA PRIMEIRA VEZ CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SÃO PRIORIDADES DE GOVERNO

Abertura do 22º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas

Ciência, tecnologia e inovação têm sido tratadas como prioridade de governo, na avaliação do secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Alvaro Prata. “Pela primeira vez a ciência, tecnologia e inovação foi colocada como uma das 13 diretrizes prioritárias do governo”, afirma.

O secretário ainda observa que o Brasil “construiu um belíssimo sistema de CT&I” e que é importante os “diversos Brasis” trabalharem em sinergia. Sobre os parques tecnológicos e as incubadoras, avaliou: “Essas instituições estão fomentando o empreendedorismo inovador, criando um ambiente extremamente propício ao desenvolvimento de novos negócios”.

Prata participou da abertura oficial do 22º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas que reuniu empreendedores, gestores e lideranças do setor de ciência, tecnologia e inovação, na última terça-feira (18). O evento segue até sexta-feira (21), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu (PR).

Também comentando o desenvolvimento da CT&I, no país, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/ MCTI), Glauco Arbix, disse que os empreendedores estão aproveitando as adversidades da economia mundial para gerar oportunidades. “A demanda da Finep vem aumentando, mesmo nesse período de crise na economia mundial”, relatou. “Podemos ver isso de duas formas: ou as empresas estão desconectadas da realidade ou elas perceberam que a inovação precisa ser contínua. Eu aposto nessa segunda possibilidade.”

O posicionamento de que os empreendedores brasileiros devem tomar frente à crise mundial também foi destacado pelo secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto. Ele apontou a nova política industrial, tecnológica e de comércio exterior do governo federal como uma alternativa às ameaças que o mercado estrangeiro pode representar ao país. “O Plano Brasil Maior tem como uma de suas principais tarefas promover a inovação e o adensamento produtivo e tecnológico das cadeias de valor. No cenário de crise da economia mundial, sofremos a ameaça da invasão de empresas e produtos estrangeiros. Por isso, nosso desafio principal hoje é aumentar a competitividade das nossas empresas”, analisou.

Com informações da Anprotec
Foto: Saga Fotografia

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