Curativo inteligente combate epilepsia e mal de Parkinson

Novo dispositivo é capaz de monitorar e ministrar pequenas doses de medicamento para pacientes com doenças como epilepsia e mal de Parkinson

Idoso com mal de Parkinson: ainda um protótipo, curativo inteligente é baseado em nanotecnologia. Nicholas Kamm/AFP
Idoso com mal de Parkinson: ainda um protótipo, curativo inteligente é baseado em nanotecnologia.
Nicholas Kamm/AFP

São Paulo – Num futuro próximo, curativos poderão servir para muito mais do que proteger feridas abertas. Pelo menos, é o que aponta uma pesquisa liderada por pesquisadores da Universidade Nacional de Seul – que resultou num dispositivo que funciona como um band-aid inteligente.

Com cerca de 1 milímetro de espessura, o dispositivo é capaz de monitorar a atividade muscular de pacientes com epilepsia, doença de parkinson e outras das chamadas desordens de movimento.

A finalidade do curativo inteligente é aprimorar a forma pela qual se ministra medicação relacionada a essas doenças.

Como funciona

Preso ao pulso do paciente, o band-aid inteligente contém nanopartículas de dióxido de silício que armazenam medicamento e o liberam de acordo com a mudança de temperatura da pessoa.

Além delas, nanomembranas de silício e nanopartículas de ouro funcionam, respectivamente, como sensores de movimento e memória eletrônica do dispositivo – que funciona ligado a um microprocessador.

Como é hoje

“Sistemas vestíveis que monitoram a atividade muscular, armazenam dados e indicam tratamento adequado são a próxima fronteira da medicina personalizada e dos cuidados com a saúde”, afirmam os pesquisadores no estudo publicado na última edição da Nature Nanotecnology, revista especializada na área de ciência.

Hoje, o monitoramento das chamadas desordens de movimento é feito por meio de gravações de vídeos dos pacientes e dispositivos usados junto ao corpo, mas que são considerados grandes e inflexíveis.

Ainda um protótipo, o curativo inteligente se baseia em nanotecnologia – área da tecnologia que manipula componentes do tamanho de átomos.

Apesar de ser uma tendência na atualidade, este setor da ciência é antigo – havendo registros de experimentos ainda na época do Império Romano.

FONTE: EXAME

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s