Futuro iPhone pode ter tela com leitor de digitais que usa imagem acústica

Não há dúvidas de que a Apple está pensando em formas de incluir novas tecnologias às telas de seus aparelhos. Em fevereiro deste ano, por exemplo, a empresa registrou uma patente para um leitor de digitais que funciona na tela inteira, e agora é a vez de termos acesso a um novo registro da Maçã.

De acordo com o documento, iPhones lançados futuramente podem trazer um leitor de digitais sob a tela, e este usaria um sistema de imagem acústica para fazer a leitura da sua digital. A patentemenciona que esse novo sensor não precisaria entrar em contato direto com o dedo do usuário; ele contaria com um grupo de transdutores acústicos capazes de enviar sinais piezoelétricos para o topo, e essas ondas seriam usadas no leitor de digitais.

Caso esteja curioso para ter uma ideia de como esse sistema vai funcionar, é possível observar algumas imagens retiradas diretamente do documento da patente na galeria que está na sequência:

Não é tão fácil

Entretanto, desenvolver algo do gênero pode trazer algumas dificuldades e limitações, já que esses componentes piezoelétricos operam em altas voltagens e estão sujeitos a grandes picos de correntes. Para resolver essa questão, a Maçã planeja recorrer a um sistema de controles integrados para os transdutores que podem operar de forma independente tanto no modo sensitivo quanto no drive.

Vale mencionar que a simples menção dessa patente não confirma que um suposto iPhone 9 pode chegar às lojas com esse recurso; é apenas uma ideia que pode ou não ser utilizada algum dia.


Fonte(s): TECMUNDO e PHONE ARENA/VICTOR H. | Imagen(s): APPLE INSIDER

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INPI tem defesa de tese de Doutorado sobre patentes verdes

Imagem: INPI

Com uma tese sobre patentes verdes, a advogada Ana Paula Gomes Pinto tornou-se, nesta terça-feira, 29 de agosto, a terceira doutora formada pelo programa de Doutorado da Academia de Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento do INPI, iniciado em 2013.

Orientada pelo professor Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI, Ana Paula contou, em sua banca, com os professores André Fontes (TRF-2), Maria Tereza Leopardi (UFRJ), Pedro Barbosa (PUC), Ricardo Sichel (UNIRIO), Adelaide Antunes (INPI) e Júlio César Moreira (INPI).

Na tese, denominada “Patentes e mudanças climáticas: um estudo sobre as políticas públicas prioritárias de tecnologias ambientais no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e no Escritório Europeu de Patentes (EPO)”, Ana Paula fez uma análise comparativa sobre os programas de patentes verdes no Brasil e na Europa, além de apresentar sugestões de melhorias ao sistema brasileiro.

A tese faz parte de um projeto maior de Doutorado, já que a advogada também defenderá na Universidade de Maastricht, na Holanda. Além de Ana Paula, o programa do INPI já teve as defesas de tese de Elaine Saraiva, sobre marcas, e Marcelo Chimento, sobre Indicação Geográfica.


Fonte: INPI

Ameaça ao Galaxy Note 8? Nova patente reitera futura compatibilidade do iPhone com o Apple Pencil

Imagem: TudoCelular

Em maio publicamos um artigo discorrendo sobre algumas patentes que indicavam a compatibilidade do Apple Pencil nos futuros modelos de iPhone, e agora, novos registros retificam essa informação.

Na aplicação de patente de número 20170242499, intitulada “Correção de ruído para um dispositivo Stylus Touch” (Noise Correction for a Stylus Touch Device) a Apple descreve um portátil similar a um ‘smartphone ou tablet’ — algo que, mais tarde, é apontado como um iPhone e iPad.

As patentes descrevem dispositivo LCD stylus ativo, que atenua o ruído induzido por um ou mais componentes elétricos da tela, bem como e um método para reduzir o ruído dos circuitos LCD em um dispositivo de toque ativo; em outras palavras, isso deve permitir uma detecção mais precisa das posições do lápis.

Novas patentes retificam chegada do Apple Pencil ao iPhone / Imagem: TudoCelular

Com o iOS 11 trazendo ainda mais usabilidade para o lápis da Apple, tais informações chegam como algo ‘esperado’; se lembrarmos bem, o próprio Tim Cook já comentou há cerca de um ano que teve a oportunidade de testar o Apple Pencil no iPhone, e que a experiência era fantástica.

Some tudo isso ao fato de que o iPhone 8 chegará ao mercado com uma tela maior e sem bordas e o que você tem?

Um espaço perfeito para desenhos e anotações, algo que a Samsung explora ativamente em sua linha Galaxy Note que, por sinal, ganhou um novo integrante semana passada, com a chegada do Note 8.

A pergunta que não quer calar agora é: será que o iPhone vai ganhar uma versão menor do Apple Pencil, ou continuaremos com o lápis digital no tamanho atual?

O Samsung Galaxy Note 8 ainda não está disponível nas lojas brasileiras. Para ser notificado quando ele chegar clique aqui.


Fonte: TudoCelular

Bank Of America apresenta 9 pedidos de patente baseados em Blockchain

Bank Of America apresenta 9 pedidos de patente baseados em Blockchain
Imagem: THE COINTELEGRAPH

O US Patent and Trademark Office (USPTO) publicou no final de agosto de 2017 nove pedidos de patentes adicionais relacionados à tecnologia Blockchain apresentados pelo Bank of America.

As patentes, que se relacionam com a realização e liquidação de transações dentro de uma rede de pagamento, foram todas arquivadas em 22 de fevereiro de 2017.

Até agora, o banco já registrou mais de 30 pedidos de patente baseados em tecnologia Blockchain, incluindo os 18 de 2016.

As aplicações refletem os esforços feitos pelo banco em sua tentativa de adotar sistemas de pagamento baseados em Blockchain em suas operações.

Patentes baseadas em Blockchain já apresentadas pelo banco

As várias patentes já apresentadas pelo banco se concentraram principalmente em todo o processo de troca e pagamento de criptomoeda.

Entre eles estavam as áreas de conversão em tempo real, validação de transações, detecção de riscos e armazenamento on-line e off-line.

As outras patentes envolvem o uso de livros-razão distribuídos para validar a factualidade das informações e aqueles que lidam com isso, bem como um sistema de pagamento peer-to-peer que opera no Blockchain.

Projeto Blockchain do Bank of America com a Microsoft

Em setembro de 2016, o banco se associou à empresa de tecnologia Microsoft para um projeto conjunto destinado a desenvolver e testar aplicativos Blockchain para financiamento comercial.

Sob o acordo, o banco colaborará diretamente com o Microsoft Treasury para a criação do sistema Blockchain que pode acelerar as transações entre os parceiros.

Os parceiros já sugeriram que eles já estão testando como o sistema pode facilitar o processo de carta de crédito.

No entanto, ainda não há sinais dos parceiros sobre se desenvolveram algo que poderia ser lançado em uma escala comercial do projeto.

O ritmo no qual o Bank of America vem apresentando pedidos de patentes baseados em Blockchain sugere que o banco também poderia estar buscando outros campos de propriedade intelectual na indústria de tecnologia Blockchain e estar dentro dele para o longo prazo.


Fonte: THE COINTELEGRAPH

E aí, Apple Watch?! Patentes da Samsung detalham híbrido de relógio com smartphone

O nicho de dispositivos wearable (especificamente os smartwatches) parece não ter feito tanto sucesso quanto o esperado, e sabemos que boa parte do ‘flop’ deve-se ao fato desses gadgets ainda serem extremamente dependentes de smartphones.

O Apple Watch ainda é um dos poucos que abocanha um grande número de vendas, mas pelo visto, se depender da Samsung esse cenário pode em breve mudar.

Patentes recém-divulgadas pelo site Patently Mobile detalham o que parece ser um novo produto da sul-coreana; trata-se de um híbrido entre relógio e smartphone:

O produto poderia ser usado de forma independente, conseguindo até dar conta de lidar com SMS, discagem de chamadas, apps, navegação GPS e mais.

Sua pulseira poderia ser ‘desdobrada’ transformando-o em uma espécie de mini-smartphone ultrafino.

Ao mudar para a função smartphone, a interface do gadget se reorganizaria, otimizando a si mesma para a experiência de uso no novo formato.

É claro que tudo não passa de uma patente, e sabemos que algumas sequer chegam a virar produtos no ‘mundo real’, mas poderia esse dispositivo tão interessante ser o que faltava no mercado de wearables?


Fonte: TudoCelular | Imagens: TudoCelular

Por ora, Inpi não terceirizará exame de patentes, diz presidente

Embora o Instituto Nacional da Propriedade Industrial tenha atualmente cerca de 230 mil pedidos de patentes pendentes de exame, o chamado backlog, o presidente da entidade, Luiz Otávio Pimentel, descartou, por ora, a terceirização dessas análises, como ocorre em outros países.

Luiz Otávio Pimentel também defendeu a criação de um escritório do Mercosul para analisar pedidos de marcas e patentes / Foto: Reprodução

Em palestra na terça-feira (22/8) no XXXVII Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, que aconteceu no Rio de Janeiro, Pimentel afirmou que o Inpi precisa contratar servidores para reduzir o backlog. O problema é que o processo seletivo, desde a autorização dos concursos pelo Ministério do Planejamento até o fim do treinamento dos funcionários, dura quatro anos e meio, ressaltou.

Mas ele elogiou o trabalho dos 200 servidores do instituto, apontando que eles atuam com rapidez e precisão técnica. Se o órgão conseguir contratar mais 150 funcionários, Pimentel avalia que seria possível examinar 21 mil pedidos de patentes em 2018 — ainda abaixo da média de 30 mil dos anos passados.

Além disso, o presidente do Inpi defendeu a criação de um escritório de análise de marcas e patentes do Mercosul. De acordo com ele, a medida agilizaria os procedimentos e ajudaria a desenvolver a economia da região.


Fonte: Revista Consultor Jurídico

INPI e JPO discutem projeto-piloto PPH

Foto: INPI

O presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel, e o diretor de Patentes, Júlio César Moreira, receberam no dia 23 de agosto uma comitiva do Escritório Japonês de Patentes (JPO, na sigla em inglês) para tratar do projeto-piloto de Patent Prosecution Highway (PPH). O acordo, assinado em dia 16 de março deste ano, permite que brasileiros usem o resultado do exame do pedido de patente no INPI para acelerar a análise no Japão e vice-versa.

Nesta fase piloto, que começou no dia 1º de abril e tem duração de dois anos, serão aceitos, no máximo, 200 pedidos de patentes no PPH entre os dois países. O INPI aceitará apenas pedidos de patentes relacionados à Tecnologia da Informação. Por sua vez, o Japão aceitará solicitações em qualquer campo.

Participaram da reunião, pelo JPO, Yoshiaki Kodachi e Takuya Himeshima, respectivamente diretor e diretor-assistente do Departamento de Planejamento de Políticas de Exame da Divisão de Assuntos Administrativos; Masaki Okamoto, diretor do Departamento de Propriedade Intelectual da Agência de Comércio Exterior do Japão em São Paulo (Jetro, na sigla em inglês); e Naoto Kagoshima, cônsul do Japão no Rio de Janeiro.


Fonte: INPI